sexta-feira, 6 de setembro de 2013

As reformas dos 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA!

São "FIGURÕES" como alguns destes, que nos conduziram à triste situação que estamos a viver e que ainda por cima se continuam a apresentar como "GRANDES DEMOCRATAS".


A pergunta que se põe perante estes dados é: Porquê a diferença ? Não se consegue entender porquê o ÚNICO Presidente da República Eleito, DECENTE, que este desgraçado Portugal teve desde 1974, ganha quase 10 vezes menos que os outros que, se também fossem Decentes, não aceitariam esta incompreensível discrepância.

Quanto custa aos PORTUGUESES a reforma de 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA?

Os ex-Presidentes da República ( General Ramalho Eanes), D. Mário e D. Sampaio recebem de reformas 1 MILHÃO de EUROS/Ano, distribuídos da seguinte forma:

    General Ramalho Eanes................... €  65.000/Ano
    D. Mário "El Sacador" ...................... €  500.000/Ano (fora a Fundação !!!)
    D. Jorge Sampaio“El Oportunista”... € 435.000/ano  (fora cargos da ONU e Fundação em Guimarães)

Se o general pode viver com €65.000/ano, estes civis que se dizem socialistas e democratas, também.

Também lhes vão cortar nas reformas?????
Também lhes vão aumentar os descontos???
Vão devolver os subsídios de férias e natal que receberam e os rascas dos portugueses não????

Onde está a Democracia e a igualdade????

Há que denunciar isto!!!

PS: Origem de email a circular na internet.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Os 2 objectivos da Partidocracia!


Os partidos conseguiram sempre trabalhar muito bem 2 objectivos estratégicos na relação com os cidadãos: 
1 - ter o seu voto massivo e com isso ter o seu dinheiro via subvenções do Estado;
2 - tê-los bem fora dos partidos para que os que dominam os partidos, não tenham o seu poder beliscado.
Alguém alguma vez viu uma campanha de um partido a apelar à filiação?
Adere, Vota e Intervém dentro de um Partido. Cidadania para a Mudança.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Os Deuses e as gentes do Porto (a propósito da entrevista de Rui Rio)

Qualquer  miúdo de quinze anos sabe que uma equipe se começa a construir de trás para a frente, quanto mais não seja por ouvir o argumento repetido ad nauseam pelos treinadores, quer os de bancada, quer os encartados, e jornalistas desportivos. O 6 é, comummente, referido como o pêndulo de uma equipa – o que tem por missão destruir as ofensivas contrárias e começar a organizar o ataque. É, no plano táctico, um dos, senão o, jogador mais importante do conjunto. O que se lhe pede (e não é pouco!) é que seja certinho, eficaz, previsível (no bom sentido). Não se lhe exigem lances de génio, dribles estonteantes, desmarcações visionárias e golos impossíveis – esses estão reservados para os artistas, com os 9 e 10 no dorso.
Os primeiros podem ser deuses pela sua omnipresença; os segundos, quando o são, são-no pela sua intangibilidade.
Pese embora a condição cósmica de ambos, certo é que Júpiter, Marte ou Vénus sempre colheram mais acólitos que Ceres, Concórdia ou Lares. Os Messis, Ronaldos ou Maradonas sempre gozaram de mais fama, protagonismo e adeptos que os Redondos, Paulos Sousas ou Roys Keanes. O público vai ao estádio confiando na segurança, raça e capacidade de abnegação dos segundos, para vibrar, delirar e se deleitar com a imprevisibilidade, a genialidade e singularidade dos primeiros.

Serve o introito futebolístico para discutir a entrevista de Rui Rio da passada semana. Rio é um 6! Um excelente 6, um dos melhores a nível mundial, daqueles que terá um lugar na História, mas com o complexo matemático que a subtracção por 3 ou 4 lhe impõe. Jamais será um 9 ou um 10. Jamais será a estrela maior. Jamais será um Júpiter.
Nenhum mal adviria de tal facto, tivesse Rio a capacidade para aceitar o que a sua mesquinhez não permite. Conforma-se com o facto de ser um 6, mas convive mal num universo onde existem 9 e 10. Não percebe e não concebe os aplausos para os outros. Não percebe e não concebe que àqueles esteja reservado o carinho dos adeptos, o vibrar das bancadas, a loucura, o sonho… E, pior, não percebe nem concebe como é que qualquer mortal os sente como um prolongamento de si, como parte da família, como se também lhes pertencessem...
Do alto da sua sobranceria esculpida no granito do Porto Rio não percebe, não concebe e não aceita que o mesmo povo que lhe deu consecutivas maiorias esteja na disposição de hipotecar o rigor táctico que conferiu durante doze anos à equipe, pela possibilidade de ver um génio em acção, pelo de desejo de viver o risco, a imprevisibilidade…

Rio, de facto, nunca percebeu as gentes do Porto. Nunca desceu do Olympum para curar de entender que dentro das muralhas da cidade, há todo um pulsar próprio das gentes, um fervor de sangue, o desejo de conquista e o sonho do impossível. E por não perceber isto, Rio convive mal, muito mal, com a decisão que, em última instância, ao povo cabe. Esse “povo” tão esclarecido que era quando lhe deu maiorias consecutivas e que ele agora pretende (re)educar!

A entrevista de Rio é, pois, deplorável a vários níveis. Primeiro, porque motivada por ódios pessoais. Segundo, porque resulta da inveja, da tacanhice e da insegurança de que pode perder o protagonismo para um outro Deus. Terceiro, porque demonstra uma clara falta de respeito, de educação, de tolerância e de aceitação das escolhas e directrizes de um partido do qual optou (e opta!) por fazer parte. E quarto, porque reduz a pluralidade democrática e a soberania popular aos seus ditames e conformidade (ou conformação?) com as suas opiniões.

Rui Rio lançou mão da expressão “Democracia adulta”. Duas coisas que ele não soube ser durante a referida entrevista: nem democrata, nem adulto! Esse FDP (e aqui a sigla é utilizada na acepção de Fanático Dos Pópós, e não qualquer outra) entendeu que poderia (e deveria!) condicionar o sentido de voto tripeiro como se o Porto fosse a sua coutada. E que poderia (e deveria!) fazê-lo com ataques soezes, pessoais e pessoalizados, olvidando o respeito pessoal e institucional e inanindo o dever de solidariedade partidária, sobretudo num momento tão débil para o Governo e o seu partido. E demonstrou toda a sua ingratidão quando “esqueceu” que foi secretário geral desse mesmo partido, na direcção do Prof. Marcelo, por sugestão do Dr. Menezes.

Essas invectivas televisivas em horário nobre provocaram reacções diversas no público. Entre o asco, a crítica assertiva e o costumeiro e tabescente seguidismo, houve uma adjectivação tripeira que ecoou repetidas vezes: “É preciso ter tomates para se dizer uma coisa destas”. Lamento contrariar, mas os estiletes de língua raramente provêm da região subabdominal. In casu, impõe-se a demonstração da apagogia.
Há dias escreveu Joaquim Carlos Santos, no seu blogue “aventar”, uma crónica de título “Um conas chamado Rio”, usando o epíteto como expressão idiomática da profunda urbe tripeira. Ora, por definição, a “cona” pauta-se, entre algumas características próprias, pela exacta ausência de tomates ou, concedendo, pela ausência de tomates próprios já que, com maior ou menor frequência pode gozar da proximidade de tomates de terceiro. Daí que, os usuários da expressão tendam a confundir topete e temeridade com tomates.

Rio não percebeu as gentes do Porto. Rio não percebeu as regras de uma democracia que não a sua. E Rio não percebeu que Menezes não é seu adversário. É candidato a suceder-lhe porque o seu ciclo terminou. E não como um 6, mas como um 10…

Nuno da Costa Nata
Agosto 2013   

sábado, 3 de agosto de 2013

SWAPs explicados! A não perder! Vejam o vídeo! ;-)


O texto é tirado daqui: "O que vos chama particularmente a atenção? A mim, mas se calhar é só a mim, chama-me especial atenção o valor dos contratos celebrados pela metro do Porto e as suas perdas potenciais (os do STCP também são particularmente interessantes: as perdas potenciais são "apenas" o dobro do valor dos contratos). Não é por isso surpreendente que seja nesta empresa que se encontravam alguns dos contratos swaps altamente especulativos que foram assinados por gente irresponsável e que ditaram o seu afastamento do Governo (nota: que existam perdas potenciais em quase todas as empresas, dada a evolução dos juros, é normal, e diga-se que os swaps, ao contrário do que leio e oiço, não são um instrumento de obtenção de lucros: dito isto, olhem para o rácio valor dos contratos/perdas potenciais feitos pela Refer, por onde passou Maria Luís Albuquerque, e talvez fiquem com uma ideia das responsabilidades dela). Feito este enquadramento, na RTP, acabo de ouvir Rui Rio a malhar forte e feio na ministra Maria Luís Albuquerque e é impossível dissociar isso do afastamento do engenheiro Juvenal Silva Peneda do Governo (sim, é irmão do outro), sendo que este partilhou com Rio presença no Conselho de Administração da Metro do Porto (e também passou pela STCP). Rio, aprendendo com Daniel Oliveira, acrescentou mesmo que Maria Luís está ligada a swaps em tudo iguais aos associados ao engenheiro Juvenal Peneda. Então não está, é que é só olhar para o gráfico."

E vejam esta entrevista de Mário Crespo a Cantiga Esteves.
Fica muito claro quando se começou a desorçamentar o estado, por via dos SWAPs nas EPs, "batotice" feita com os Swaps, que se fossem utilizados de forma normal protegem as empresas, que foi feita pelo Santo Sócrates e os seus 40 Ladrões, e que prejudicou gravemente Portugal!
Agora se compreende o desviar de atenções constante permanente com a questão da Ministra e do Secr. Estado. Quem virá a seguir?  ;-)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Portugal Além-Mar e os Políticos dos últimos 40 anos

Nos últimos tempos visitei o Convento de Mafra e o Palácio Nacional de Ajuda, dois exemplos do grande esplendor que o império português de além-mar atingiu.

(imagem do Galeão português "Botafogo" na conquista de Tunes)
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=547580678638305&set=a.456291014433939.108929.456280941101613

Enquanto visitava Convento de Mafra, fiquei impressionado pela escala, pela dimensão, pela grandeza, pela opulência, pela riqueza, pelo detalhe, tudo proveniente do império que os portugueses souberam construir no além-mar.
No Palácio Nacional da Ajuda ao ver a exposição de Joana Vasconcelos, fiquei com pele galinha ao ver as pinturas e gravuras existentes no Palácio, que lembram os tempos de grande bravura dos portugueses no além-mar.
Lembrei-me das Naus, das Caravelas, da Armada Invencível (essa história está mal contada), do armamento português, das Feitorias, dos feitos, das descobertas...
Lembrei-me que até à década de 80, e mais concretamente até à entrada na CEE em 85, as nossas frotas pesqueira e mercante, eram das maiores da Europa e do Mundo.


E depois lembrei-me de Cavaco e dos políticos que nos têm governado nos últimos 40 anos, e lembrei-me das auto-estradas e do fim das frotas marítimas e da morte das linhas de comboio, e... com isso, todo o gosto que estava a ter a visitar a exposição, foi interrompido por enjoo enorme ao pensar nesses políticos.
Claro está que não sou homem para ficar enjoado muito tempo, e por isso segui em frente, e hoje cá estou eu para contar tudo isso, com um sorriso na cara... mas com vontade redobrada de perder uns minutos a escrever isto e procurar umas imagens bonitas para acompanhar, quanto mais não seja para partilhar isto.

domingo, 7 de julho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

ADERE, Vota e Intervém - Next Left e os movimentos sociais.

Deixo aqui o link da intervenção do João Nogueira Santos na Conferência "Next Left e os movimentos sociais: Por um novo contrato social!".

Em 9 minutos explica que não faz qualquer sentido os cidadãos porem-se de fora dos principais debates e escolhas dos partidos, que quem mais perde são os próprios cidadãos e a democracia, que os partidos tem de mudar para se tornarem mais "usáveis" pelos cidadãos (e não algo em que só profissionais da política sabem operar) e por ultimo, ficou uma proposta: prever no código de trabalho 1 a 2 dias de licença por ano, para participação em reuniões e conferencias políticas, sejam de partidos ou outras organizações. 

Partilhem e desafiem os vossos amigos a verem. Este é um debate que interessa a todos.